Desafios do varejo pós-pandemia: conheça quais são e como lidar

O comércio em geral vem passando por mudanças substanciais há alguns anos. No entanto, o cenário da Covid-19 acelerou as tendências, exigindo atenção para que os negócios continuem relevantes no pós-pandemia.

Com a crise que impactou todos os setores, houve mudanças no comportamento de compra dos consumidores, principalmente com o crescimento das compras online.

Para se ter uma ideia, em novembro do ano passado, 74% dos pequenos negócios atuavam no comércio eletrônico, segundo a 13ª Pesquisa de Impacto da Pandemia do Coronavírus nos Pequenos Negócios, realizada pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Nesse sentido, a adaptação não depende apenas de uma transformação digital expressiva, mas também da adesão de novos processos. 

Para te ajudar a entender quais são os principais desafios do varejo pós-pandemia, preparamos um conteúdo completo. Confira!

3 desafios do varejo pós-pandemia 

Existem várias tendências relacionadas às estratégias pós-pandemia no varejo, como vendas online, automação de processos e personalização de serviços. 

Abaixo, apresentamos três delas, com base no estudo “Global Trends for Retail 2020”, da KPMG. Veja:

1. Modelo de negócios

A pandemia apenas acelerou uma tendência já vista antes: a crescente importância dos negócios online.

Embora se estime que as lojas físicas voltem a ter vendas maiores nas estratégias pós-pandemia, o digital ganhou relevância e esse modelo de relacionamento deve impulsionar o crescimento das marcas.

A avaliação do cenário na “nova normalidade” motivará decisões importantes para o futuro do negócio, que, por sua vez, seguirá promovendo novas transformações.

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2. Marcas com propósitos

A Covid-19 levou a humanidade a uma situação extrema e fez com que muitas pessoas reconsiderassem algumas prioridades, assim como os propósitos individuais e coletivos.

Essa transformação afetará as empresas, segundo a KPMG, e os consumidores estarão cada vez mais atentos aos propósitos das marcas, não apenas expressos em valores, mas também nas práticas cotidianas.

As experiências sociais, políticas e ambientais das empresas farão a diferença nas possibilidades de adesão ou aversão dos consumidores.

3. Análise e preferências do cliente

Por fim, o relatório aponta que as empresas estão mais atentas às oportunidades que surgem a partir da avaliação de informações estratégicas sobre os clientes.

Em geral, as marcas que conhecem melhor seus clientes serão mais competitivas ao direcionar os produtos vendidos com base na demanda e na margem de lucro.

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Como melhorar a análise de clientes?

Empresas visionárias já estão estruturando suas estratégias de relacionamento com o cliente com base em dados, a fim de entender detalhadamente a jornada de compra dos consumidores, suas preferências, demandas frequentes e as formas de satisfazê-los.

O ideal é profissionalizar esses processos usando a tecnologia como aliada. Neste sentido, há diversas ferramentas que podem ser utilizadas, tornando a análise do cliente mais rápida e prática.

Com isso, os varejistas podem incorporar uma única solução em sua estratégia de relacionamento com o cliente, que dará suporte a diferentes processos, desde canais de atendimento ao cliente até automação de tarefas e autoatendimento.

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