Adotar o zero trust tornou-se urgente porque o perímetro tradicional de segurança da informação não existe mais.
Com a mobilidade corporativa e o trabalho remoto, os dados das empresas foram pulverizados em milhares de conexões externas.
A confiança implícita se tornou a maior vulnerabilidade do mercado. Um relatório global da IBM apontou que o custo médio de um vazamento de dados atingiu a marca recorde de US$ 4,88 milhões lá em 2024.
Os ataques cibernéticos baseados no roubo de credenciais são os mais comuns e demoram, em média, 292 dias para serem identificados e contidos, segundo análise da Zscaler.
Em vez de confiar em quem já está dentro da rede, o sistema exige verificação ininterrupta.
Para que essa arquitetura funcione, a diretoria precisa alinhar o rigoroso controle de identidades à blindagem total dos equipamentos corporativos.
Como o Diagnóstico de Segurança identifica os riscos invisíveis?
A implementação de uma arquitetura blindada exige total visibilidade sobre o parque tecnológico. Não é possível proteger aquilo que o departamento de TI não enxerga ou não gerencia.
O primeiro passo é a execução de um Diagnóstico de Segurança e Controle de Acessos profundo. Essa avaliação e gestão completa de vulnerabilidades e riscos expõe exatamente por onde os cibercriminosos podem invadir o seu sistema.
Com as portas de entrada mapeadas, a empresa deve implementar soluções avançadas de controle de acesso. A base tecnológica para essa governança inclui três frentes obrigatórias:
- IAM (Identity and Access Management): garante que cada usuário tenha uma identidade digital única e autenticada de forma rigorosa.
- PAM (Privileged Access Management): isola e monitora o acesso às credenciais de administradores, protegendo o núcleo do banco de dados.
- IGA (Identity Governance and Administration): audita o ciclo de vida das contas para garantir que ex-colaboradores percam as permissões imediatamente.
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Por que a segurança só é efetiva quando inclui o controle de dispositivos?
Autenticar a identidade do usuário resolve apenas metade do problema de segurança corporativa.
Se um diretor financeiro acessar o ERP da empresa usando um notebook pessoal infectado por malware, a rede inteira será comprometida.
As credenciais do diretor são legítimas, mas a porta de acesso está corrompida. É por isso que a proteção corporativa só é efetiva quando inclui todos os dispositivos utilizados no dia a dia.
Cerca de 81% das organizações já implementaram um modelo de segurança estruturado ou estão trabalhando ativamente para adotá-lo, de acordo com dados compilados pela ZeroThreat.
A maturidade dessa implementação exige que o equipamento também prove o seu nível de confiabilidade a cada nova tentativa de login.
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Como a integração com o mobile device consolida o modelo Zero Trust?
A verdadeira segurança de ponta a ponta acontece na interseção exata entre o usuário e a máquina. Ao conectar as soluções de controle de acesso com a governança avançada de dispositivos de TI, a sua operação elimina as margens de erro.
A integração permite validar dois fatores críticos simultaneamente. A TI garante que apenas usuários autorizados consigam acessar as informações.
Ao mesmo tempo, o acesso só é liberado se o colaborador estiver utilizando um dispositivo gerenciado, seguro e em conformidade com as políticas da empresa.
Isso viabiliza a abordagem zero trust em sua forma mais pura e funcional. Tanto a identidade quanto o dispositivo móvel são continuamente avaliados. O risco de invasões desaba e a infraestrutura passa a operar com total estabilidade.
Como o Ecossistema completo de tecnologias da Selbetti ajudam na proteção das empresas?
O ecossistema completo de tecnologias da Selbetti atua de forma integrada para proteger as empresas em todas as camadas — do usuário ao ambiente de TI — combinando cibersegurança, gestão de dispositivos e controle de acessos.
Essa abordagem conecta monitoramento contínuo, inteligência de ameaças e gestão de ativos, garantindo visibilidade total, redução de vulnerabilidades e resposta rápida a incidentes, além de assegurar conformidade com normas como LGPD e padrões internacionais de segurança.
Selbetti Cybersecurity Solutions
As soluções de cibersegurança da Selbetti Cybersolutions são estruturadas para oferecer proteção preventiva, detectiva e corretiva. O Diagnóstico de Segurança realiza uma avaliação completa do ambiente para identificar vulnerabilidades, riscos e falhas críticas, permitindo ações rápidas de correção.
Já o Controle de Acessos (Gestão de Identidade) garante que apenas usuários autorizados tenham acesso a sistemas e dados, reduzindo riscos de acessos indevidos e fortalecendo a governança de segurança. Além disso, a atuação com monitoramento 24×7, inteligência de ameaças e resposta a incidentes assegura continuidade operacional e proteção constante contra ataques.
Selbetti IT Devices
A Selbetti IT Devices complementa essa proteção ao atuar na camada física e de dispositivos, com soluções que integram gestão de ativos, segurança patrimonial e controle de acessos. O destaque está no Mobile Device (gestão de dispositivos móveis), que permite administrar, monitorar e proteger smartphones, tablets e notebooks corporativos, garantindo padronização, atualização e segurança dos endpoints.
Aliado a tecnologias como biometria, reconhecimento facial e monitoramento inteligente, esse serviço reduz riscos operacionais, evita acessos não autorizados e fortalece a segurança da operação como um todo.
Conclusão:
Como você viu ao longo do texto, adotar o modelo zero trust com o suporte de um ecossistema integrado, como o da Selbetti, permite transformar a segurança em uma estratégia contínua e inteligente.
Ao unir diagnóstico, controle de acessos e gestão de dispositivos, a empresa reduz drasticamente as brechas exploráveis, aumenta a visibilidade e garante uma operação mais segura, resiliente e preparada para ameaças cada vez mais sofisticadas.
A sua empresa não pode mais basear a proteção de dados em confiança cega. Assuma o controle absoluto sobre quem acessa as suas informações e por qual equipamento.
Implemente a blindagem definitiva na sua operação corporativa.
Veja outras dúvidas sobre gestão de acessos e segurança corporativa
1. O que é o modelo Zero Trust?
É uma arquitetura de cibersegurança fundamentada no princípio de nunca confiar e sempre verificar.
2. Como as soluções de IAM, PAM e IGA protegem a operação?
Elas formam a tríade do controle de acessos. O IAM gerencia as identidades comuns, o PAM cria cofres virtuais para proteger as senhas dos administradores com altos privilégios e o IGA audita as regras de conformidade.
3. Por que a gestão de dispositivos móveis é essencial na estratégia de segurança?
Porque uma credencial forte não impede o roubo de dados se o celular ou notebook estiver infectado.