58% das empresas brasileiras foram atingidas por ataques de phishing em 2026, enquanto 31% relataram falhas de autenticação e 23% apontaram a exploração de vulnerabilidades. Os dados fazem parte do Brazilian CyberSecurity Index, que acompanha a evolução da segurança da informação em 240 companhias.
Esse tipo de dado não é novo.
Há anos, empresas enfrentam problemas de segurança e investem em ferramentas e serviços para mitigar as ameaças. Mas, as falhas e os resultados se repetem.
Será que não existe uma forma de impedir que vulnerabilidades continuem colocando o negócio em risco?
O plano de segurança da informação é a resposta!
O que é um plano de segurança?
O plano de segurança da informação é um documento que organiza as medidas que a empresa deve adotar para proteger seus sistemas, dados e recursos.
Ele é estruturado em cima de um diagnóstico sobre a infraestrutura tecnológica da empresa, que aponta as principais vulnerabilidades e os riscos envolvidos.
A partir desse levantamento, a empresa entende quais problemas precisam de atenção imediata, quais podem ser tratados depois e o que será necessário para reduzir a exposição.
Por que mais ferramentas não significam menos exposição?
É comum ver empresas adquirindo ferramentas para reforçar a segurança, automatizar tarefas e identificar ameaças.
Um firewall pode reforçar a proteção da rede, um sistema de gestão de vulnerabilidades pode identificar falhas técnicas e um serviço de monitoramento proativo pode detectar comportamentos suspeitos.
Entretanto, nenhuma dessas soluções garante que as principais exposições do ambiente estejam sendo tratadas. Ainda que a infraestrutura conte com diferentes tecnologias, a operação da empresa pode estar vulnerável a ataques e incidentes.
Como o plano de segurança resolve o problema?
O plano conecta os resultados das avaliações de segurança às decisões que precisam ser tomadas.
Em vez de apenas reunir uma lista de falhas, ele ajuda a empresa a entender quais riscos representam maior ameaça para a sua operação e como deve agir para reduzir esses riscos.
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Como criar um plano de segurança da informação
Para aqueles que desejam estruturar um plano de segurança, deve-se começar pelo seguinte:
- Mapear os ativos e os processos críticos. Para cada ativo relevante, registre quem é responsável por ele, qual é sua finalidade, quais informações processa e de quais outros recursos depende para funcionar.
- Consolidar os diagnósticos. Elimine duplicidades, verifique se as falhas identificadas continuam existindo e relacione cada exposição ao sistema afetado e às evidências que confirmam o problema.
- Classificar as exposições conforme o risco. Para definir o que tratar primeiro, considere a gravidade da falha, a possibilidade de exploração, a exposição do sistema, a existência de ataques e o impacto que um incidente pode causar.
- Definir o tratamento para cada prioridade. Quando não for possível corrigir uma falha imediatamente, registre o motivo, as medidas temporárias de proteção, o risco que permanecerá e a data prevista para reavaliar a situação.
- Construir o roadmap com responsáveis, prazos e dependências. Algumas mudanças podem exigir participação de outras áreas, contratação de fornecedores, testes prévios ou janelas de manutenção.
- Definir indicadores como tempo necessário para corrigir falhas, percentual de ações concluídas dentro do prazo e reincidência de problemas já tratados. Também é importante registrar a situação inicial e determinar como cada correção será validada.
- Estabelecer ciclos de revisão e evolução. Novos sistemas, alterações na infraestrutura, mudanças nos fornecedores e novas ameaças podem criar riscos que não existiam no momento do diagnóstico.
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Como implementar um plano de segurança da informação empresarial
A implementação começa logo após a validação do roadmap. Em seguida, a empresa deve organizar as ações conforme a urgência dos riscos, as dependências técnicas e a capacidade de execução da equipe.
Falhas críticas podem exigir medidas imediatas, enquanto mudanças maiores, como a revisão dos acessos privilegiados ou a substituição de sistemas antigos, podem precisar de um projeto à parte.
A implementação também precisa considerar o impacto dessas mudanças.
Antes de alterar controles em sistemas essenciais, recomenda-se planejar testes, aprovações, janelas de manutenção e procedimentos para reverter alterações, quando necessário.
Pensar na governança é outro ponto.
Cada iniciativa precisa ter um responsável por fazer o acompanhamento. Essa pessoa deve identificar obstáculos, rever prioridades quando o cenário mudar, encaminhar decisões à liderança e registrar os riscos que ainda não puderam ser solucionados.
Por último, a empresa deve monitorar os resultados e verificar se o plano de segurança pode ser mantido ao longo do tempo.
A importância do monitoramento e da resposta contínua a incidentes
Mesmo um plano de segurança da informação não elimina a possibilidade de incidentes. Novas vulnerabilidades surgem, configurações mudam, fornecedores atualizam ambientes e cibercriminosos desenvolvem novas formas de explorar falhas.
É necessário, portanto, acompanhar de perto toda essa movimentação.
Através disso conseguimos identificar sinais de comprometimento, investigar comportamentos suspeitos e acionar medidas de resposta conforme a gravidade de cada situação.
Nesse contexto, contar com um Centro de Operações de Segurança (SOC) permite fortalecer a capacidade de monitoramento, identificação e resposta a ameaças.
Segundo Luiz Claudio Rossi, Arquiteto de Soluções da Selbetti: “Nosso SOC foi estruturado para oferecer uma resposta proativa e integrada, capaz de reduzir riscos e otimizar custos de segurança”.
Como escolher uma consultoria para plano de segurança da informação?
Ao comparar consultorias para elaborar um plano de segurança da informação, avalie se a metodologia considera a criticidade dos ativos, os riscos do ambiente, as vulnerabilidades existentes e o impacto das operações do negócio.
Mais do que apresentar um diagnóstico, a consultoria de cibersegurança deve demonstrar como identifica as lacunas prioritárias, define critérios de tratamento e direciona os investimentos conforme as necessidades e a maturidade da empresa.
Também verifique se o serviço contempla a continuidade entre priorização, tratamento e operação das medidas de segurança. Isso significa entender quais ações serão executadas pela consultoria, quais capacidades serão efetivamente operadas, como os resultados serão acompanhados e quais responsabilidades permanecerão com a equipe interna ou outros fornecedores.
Essa distinção ajuda a evitar que a empresa receba apenas um relatório de recomendações sem suporte para avançar na implementação.
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Programa de Segurança Selbetti: da prioridade à evolução contínua
Mais do que identificar vulnerabilidades, é preciso entender quais exposições representam maior risco para o negócio e definir como tratá-las de forma consistente. Para apoiar essa jornada, a Selbetti oferece o Programa Gerenciado de Segurança da Informação, que integra estratégia, governança e capacidades técnicas e operacionais para ajudar as empresas a identificar lacunas, estabelecer prioridades e fortalecer a proteção dos ambientes corporativos.
A proposta é resultado da união de expertises e tecnologias incorporadas em movimentos estratégicos da Selbetti. Como destaca a empresa:
“O serviço é resultado direto da união de expertises e tecnologias adquiridas em movimentos estratégicos da Selbetti, o que garante maturidade e confiabilidade desde o primeiro dia de operação”.
A atuação do programa está organizada em quatro pilares, definidos conforme os riscos, a criticidade dos ativos e as necessidades de cada organização:
- Estratégia e Governança: diagnóstico de segurança, avaliação de riscos, planejamento, políticas e indicadores para orientar decisões e estabelecer prioridades.
- Exposição e Proteção: identificação de ativos, vulnerabilidades, acessos e controles para reduzir as exposições mais relevantes.
- Detecção e Resposta: monitoramento, investigação de ameaças e resposta a incidentes, com recursos como o SOC para apoiar a identificação e o tratamento de eventos de segurança.
- Continuidade e Evolução: planejamento de continuidade, exercícios de prontidão e melhoria contínua das capacidades de segurança.
Nesse contexto, o SOC da Selbetti tem papel importante na detecção e resposta a incidentes. Segundo a companhia, “Nosso SOC foi estruturado para oferecer uma resposta proativa e integrada, capaz de reduzir riscos e otimizar custos de segurança”.
A integração também se estende às demais soluções tecnológicas oferecidas pela empresa. Para Gabriel Pedroso, Head de Cibersegurança da Selbetti:
“O SOC da Selbetti vai além da entrega de um serviço de segurança: ele se conecta a toda a jornada digital do cliente, integrando-se de forma fluida às demais soluções tecnológicas que já oferecemos. Com um único parceiro, a empresa concentra a gestão de sua segurança e de sua transformação digital, ganhando agilidade, eficiência e uma visão unificada de todo o seu ambiente”.
Dessa forma, o Programa Gerenciado de Segurança da Informação conecta priorização, tratamento e operação, permitindo que a empresa avance na proteção de seus ativos e processos críticos sem precisar internalizar todas as competências especializadas. As capacidades são definidas de acordo com as lacunas identificadas e o escopo contratado, considerando os controles e as soluções que já funcionam no ambiente.
Conclusão
Como você viu ao longo do conteúdo, um plano de segurança da informação eficiente vai além de identificar vulnerabilidades: exige priorização, execução e monitoramento contínuo dos riscos.
Com a Selbetti, sua empresa conta com uma parceria para estruturar essa evolução e sustentar a proteção dos ambientes críticos.
Conheça também o serviço de SOC da Selbetti, que fortalece a detecção, o monitoramento e a resposta a incidentes de segurança.
Perguntas frequentes
O que deve constar em um plano de segurança da informação?
O plano deve indicar quais falhas foram identificadas, quais serão corrigidas primeiro, quem ficará responsável por cada ação e quais são os prazos e recursos necessários. Também deve definir como a empresa vai acompanhar as correções e revisar os riscos.
Como priorizar quais vulnerabilidades de TI tratar primeiro?
Considere a gravidade da falha, a possibilidade de exploração, a exposição do sistema e o impacto potencial que um incidente pode trazer para o negócio. Vulnerabilidades em sistemas críticos e expostos, principalmente quando já existem ataques conhecidos, exigem tratamento mais urgente.
Qual é a diferença entre fazer um diagnóstico e contratar um Programa Gerenciado de Segurança?
O diagnóstico identifica vulnerabilidades, avalia riscos e aponta prioridades. O Programa Gerenciado de Segurança da Informação da Selbetti, por exemplo, dá continuidade a esse trabalho, apoiando o tratamento das exposições e o acompanhamento dos controles de segurança. Fale com a Selbetti!

